Designers gone crazy! – Car edition

Foram projetados 8 exemplares e produzidos apenas 6 deste protótipo, desenhado por Alex Tremulis no dealbar da “Jet Age”. Promovido pela Chrysler como “O Carro do Futuro” e anunciando a nova era no design de transportes, o Thunderbolt, com as suas linhas fluídas e harmoniosas, portas eletro-hidráulicas, vidros elétricos e faróis “pop-up”, propunha-se dar a volta aos E.U.A. sensibilizando o público para a importância da forma e do design na aerodinâmica automóvel. Sendo um carro americano, em 1941, os inevitáveis toques de excesso e ostentação evidenciam-se na construção em aço e alumínio, com uma faixa cromada na base, para transmitir a ideia de velocidade, e nos interiores inteiramente em cabedal. Curiosamente, o painel de instrumentos é relativamente sóbrio (alumínio à parte) e até o símbolo à Flash Gordon passa relativamente despercebido, fundindo-se na carroçaria com surpreendente equilíbrio.1941 Chrysler Thunderbolt Concept1941_Chrysler_Thunderbolt31941_Chrysler_Thunderbolt11941 Chrysler Thunderbolt Concept1941 Chrysler Thunderbolt Concept1941 Chrysler Thunderbolt Concept

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Concordance

Captura de ecrã 2016-06-28, às 16.56.26

You can’t say we shall and not fight through hell
You can’t say we will and not dare to deal

You can’t ride the storm without some effect
You can’t steal the spoil and not pay the debt

You can’t sing a song with no melody
You can’t say we’re one without unity

You can’t pray for grace and then smack her face
You can’t speak of hope and then crack a joke

Stevie Wonder – “If Your Love Cannot Be Moved”
Ilustração: Abigail Goh

De cavalinhos e cenas

Captura de ecrã 2016-04-11, às 15.47.20

Sinto-me sempre muito mais confiante quando vejo dois gajos a saldar um negócio em cima de dois cavalos brancos. Já fomos tentados por corcéis negros, com e sem cavalgante, centauros, unicórnios (de repente lembro-me do BPN) e outros equídeos mais ou menos mitológicos (burros com fartura), de modo que o próximo recurso é mudar a cor. OK, certo, é um dos símbolos da coisa. Então usa-se a dobrar. E vai de montá-los com as sobras do último anúncio genérico a bancos, seguradoras, hipermercados ou fritos Pescanova. É assim. Juntam-se quatro (ou oito) patas e o imaginário stock photo e temos publicidade a galope.

O modernismo afável de Paulo Guilherme

1958
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1959
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1960
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1974
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Escultor, escritor, arquitecto, pintor, cenógrafo e cineasta, Paulo Guilherme d’Eça Leal (Lisboa, 1932-2010) foi colaborador regular na maioria dos jornais de Lisboa, tendo editado mais de cinco mil ilustrações e assinado dezenas de capas de livros. É também sua a decoração de diversos edifícios emblemáticos, entre os quais a sede do Banco Pinto & Sotto Mayor, no Porto, o Aeroporto de Lisboa e o Museu do Centro Cultural de Macau em Lisboa. De entre esta multifacetada obra destacam-se ainda hoje, aos olhos de ilustradores e designers (e de todos os apreciadores de uma modernidade com sabor vintage), as capas  para algumas das mais destacadas editoras do seu tempo. Aqui ficam alguns bons exemplos do que tão frequentemente se designa (sem sentido) por “clássicos intemporais”.

Arquitectura ápex 5

Captura de ecrã 2016-01-27, às 15.04.57tumblr_naf6yuhqnY1qe0nlvo1_500DSCF1176_sw Kopie10044021843_9e93698909_bIMG_7469-copiaGenex_Tower,_looking_up,_between_two_towers256424007_0000153_0rn08juoc0vqzvhfcsgvk

Western City Gate (Genex Tower)

Arquitecto: Mihajlo Mitrović

Belgrado, Sérvia, 1980


Fontes: Flickr, Tumblr, Wikipedia, Wikimedia, Hund Welt, I bike Belgrade, Skyscrapercity